Rosa Veiga - Europa Press
OURENSE 16 ago. (EUROPA PRESS) -
Os incêndios florestais que adquiriram nas últimas horas uma dimensão até então desconhecida na Galícia - no último dia o incêndio de Chandrexa de Queixa (que já havia se somado aos de Requeixo e Parafita) se juntou ao de Vilariño de Conso e chegou a 16.000 hectares arrasados - causam má qualidade do ar.
Na província de Ourense, a qualidade do ar está entre ruim e muito ruim, de acordo com os medidores da MeteoGalicia. A pior situação em termos de má qualidade do ar é registrada em Laza, mas também no sul de Lugo e no leste de Pontevedra as medições são preocupantes.
Não é de surpreender que, com maior intensidade no último dia, os efeitos dos incêndios de Ourense, como fumaça e cinzas, tenham sido fortemente observados em áreas de outras províncias.
O MeteoGalicia confirma que a intrusão de massas de ar africanas é esperada, de modo que os níveis de material particulado (PM) podem ser aumentados.
Ele também observa que os incêndios ativos na comunidade afetam a qualidade do ar, aumentando consideravelmente os níveis de partículas PM10 e PM2.5.
Em vista dessa situação, o público é instado a seguir as recomendações dos serviços de emergência e combate a incêndios, que em alguns casos pediram aos residentes que se confinassem em suas casas, já que, além do risco das chamas, a situação poderia ter efeitos sobre sua saúde.
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