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MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Conselho Político Supremo instituído pelos houthis no Iêmen, Mahdi al Mashat, exortou os países árabes do Oriente Médio a não se tornarem “ferramentas” que facilitem a ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Al Mashat expressou o apoio dos houthis ao “direito à legítima defesa” do Irã diante da ofensiva dos EUA e de Israel e pediu aos países da região que não sejam “uma ferramenta que apoie a implementação da agenda sionista-americana”, conforme informou a emissora de televisão Al Masirah.
Os rebeldes iemenitas ainda não se juntaram ao conflito em apoio ao Irã, seu principal aliado na região, embora nos últimos dias vários altos cargos tenham sinalizado que todas as opções estão em aberto, incluindo retomar seus ataques contra a navegação no Mar Vermelho.
As autoridades do Irã confirmaram, em seu último balanço, mais de 1.500 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, entre eles figuras de destaque como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.
A ofensiva foi lançada em meio a um processo de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para tentar chegar a um novo acordo nuclear, o que levou Teerã a responder atacando território israelense e interesses norte-americanos na região do Oriente Médio, incluindo bases militares.
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