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MADRID, 4 nov. (EUROPA PRESS) -
Os rebeldes houthis do Iêmen reivindicaram nesta quarta-feira um novo ataque com mísseis contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, capital saudita, alvo da ofensiva lançada pelos insurgentes, que consideram o espaço aéreo da Arábia Saudita uma “zona perigosa”.
O porta-voz militar dos houthis, Yahya Sari, afirmou que um projétil atingiu “diretamente” o aeroporto, onde causou “danos significativos”. Assim, ele voltou a alertar as companhias aéreas, os funcionários e os passageiros para que “evitem o espaço aéreo saudita, com exceção daquele situado sobre Meca e Medina”, embora as autoridades sauditas ainda não tenham se pronunciado sobre o assunto.
Anteriormente, Sari indicou que foram realizadas três operações militares ao longo da manhã desta mesma quarta-feira. A primeira contra uma instalação de radares na península de Al Qahma, um ataque que foi perpetrado com a ajuda de um drone, de acordo com um comunicado divulgado por meio de sua conta no Telegram.
“A segunda operação teve como alvo um acampamento em Najran. Um míssil balístico atingiu seu alvo. A terceira operação ocorreu em um prédio de comando e controle da Guarda de Fronteira em Jizan. Foi utilizado um míssil e houve mortos”, afirmou.
Além disso, reivindicou a autoria de uma operação contra “reforços do inimigo saudita (...) por meio do uso de seis mísseis balísticos que atingiram a região leste da província de Al Yauf. “Os impactos foram diretos, causando dezenas de mortos e feridos, além da destruição de vários veículos”, destacou.
Por fim, eles afirmaram ter conseguido derrubar um drone de reconhecimento “inimigo” sobre a província iemenita de Taiz, localizada no sudoeste.
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