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MADRID 15 maio (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira que solicitará a pena de morte para o homem acusado de matar a tiros dois funcionários da Embaixada de Israel em Washington, nas proximidades do Museu Judaico da capital americana, há pouco mais de um ano.
“Após uma análise exaustiva dos fatos e da lei, meu gabinete solicitará a pena de morte contra Elias Rodríguez. A acusação formal modificada alega os assassinatos intencionais e premeditados de Yaron Lischinsky (30) e Sarah Milgrim (26), o assassinato seletivo de pessoas relacionadas a um evento para jovens profissionais judeus no Museu Judaico da Capital, e uma conduta que criou um grave risco para outras vítimas inocentes”, declarou em coletiva de imprensa a procuradora-geral de Washington, Jeanine Pirro.
A magistrada enfatizou, pouco mais de uma semana antes do primeiro aniversário do ocorrido, "que qualquer pessoa que cometa atos de violência política na capital do país enfrentará todo o peso da lei".
O acusado, de 30 anos, natural de Chicago, aproximou-se de um grupo de quatro pessoas, sacou uma pistola e abriu fogo, ferindo Lischinsky (israelense) e Milgrim (estadunidense), um casal que estava prestes a se comprometer e que trabalhava na representação diplomática de Israel nos Estados Unidos. No momento da prisão, Rodríguez gritou “Palestina livre” e admitiu ter agido “por Gaza”, segundo os promotores.
A acusação considerou que o assassinato foi premeditado e planejado, uma vez que Rodríguez teria viajado de Chicago antes do evento de 21 de maio com uma pistola na bagagem despachada.
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