Europa Press/Contacto/Alex Brandon - Pool via CNP
MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira o levantamento das sanções impostas ao Banco Central da Venezuela e a outras três instituições bancárias, uma medida que se insere no contexto das novas relações mantidas entre os dois países desde a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no início de janeiro, durante um ataque norte-americano a Caracas.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro indicou em um comunicado que as empresas beneficiadas são o Banco Central da Venezuela; o Banco da Venezuela, o Banco Digital dos Trabalhadores, o Banco Universal C.A.; e o Banco do Tesouro, todos controlados por Caracas.
Dessa forma, o órgão norte-americano autoriza “todas as transações proibidas pelo Regulamento de Sanções à Venezuela (...) necessárias para a prestação, exportação ou reexportação (...) de serviços financeiros para, a partir de ou em benefício” dos quatro bancos citados, bem como a qualquer entidade na qual algum desses bancos tenha participação direta ou indireta igual ou superior a 50%.
A ordem, assinada pelo diretor do OFAC, Bradley T. Smith, responde ao pedido de alívio das sanções feito pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, alegando, entre outros motivos, que “esse bloqueio também é contra a juventude venezuelana”, conforme ela apontou no final de fevereiro.
O anúncio ocorre em um momento de progressiva abertura dos Estados Unidos em relação à Venezuela, particularmente no setor energético, onde o presidente Donald Trump se propôs a revitalizar a indústria petrolífera venezuelana e já comercializa hidrocarbonetos desse país.
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