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MADRID, 29 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos revelaram um plano para colocar a imagem do presidente, Donald Trump, nos passaportes como parte de uma “edição limitada” por ocasião do 250º aniversário da fundação do país, um fato que rompe com a norma de não colocar fotografias de chefes de Estado em exercício em documentos oficiais.
“Passaporte patriota desbloqueado. Edição limitada. Selado para a América 250", informou a Casa Branca nas redes sociais, depois que o Departamento de Estado revelou o design desses documentos "para comemorar o 250º aniversário da independência".
Assim, o vice-porta-voz do Departamento, Tommy Pigott, destacou que o órgão “se prepara para emitir um número limitado de passaportes especialmente projetados para comemorar esta ocasião histórica”, sem que, por enquanto, haja detalhes sobre o número de documentos que serão emitidos por Washington.
O anúncio foi imediatamente criticado pelo Partido Democrata, cujo Comitê de Relações Exteriores na Câmara dos Representantes afirmou que o secretário de Estado, Marco Rubio, “deveria dedicar mais tempo a convencer seu chefe a pôr fim a esta guerra escolhida contra o Irã, e menos tempo desperdiçando dinheiro arrecadado com impostos para satisfazer a vaidade de Trump”.
Os passaportes americanos atuais incluem imagens da história do país, pelo que Trump se tornaria o primeiro presidente em exercício a aparecer nesses documentos, no âmbito das ações do governo para incluir o nome do mandatário em diversas instituições, incluindo o Centro Kennedy.
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