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MADRID 23 jan. (EUROPA PRESS) - O governo colombiano obteve garantias dos Estados Unidos de que o presidente Gustavo Petro não será detido durante sua próxima viagem a Washington para se reunir com seu homólogo norte-americano, Donald Trump, tendo em vista o que aconteceu com o presidente venezuelano (e, como Petro, acusado de narcotráfico pelo presidente norte-americano) Nicolás Maduro.
Maduro foi preso pelo Exército americano durante uma operação realizada em 3 de janeiro em Caracas. O presidente venezuelano é acusado de ligações com o tráfico de drogas e Petro também enfrenta a mesma acusação. “É melhor você tomar cuidado”, escreveu Trump nas redes sociais poucas horas depois de confirmar a prisão de Maduro e apontar Petro como proprietário de “fábricas onde se produz cocaína”.
“Foi confirmado que o presidente Petro receberá todas as garantias próprias de uma visita de um chefe de Estado”, informou o governo colombiano após a conversa mantida nesta sexta-feira entre a ministra das Relações Exteriores, Rosa Yolanda Villavicencio Mapy, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Entre os temas a serem tratados na reunião estarão, como era de se esperar, “a luta contra o crime organizado transnacional, especialmente na fronteira, questões de segurança regional e oportunidades conjuntas em matéria econômica”.
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