Publicado 07/10/2025 13:43

Os EUA lembram que não têm presença diplomática na Venezuela e não avaliam o suposto plano contra sua embaixada.

29 de setembro de 2025, Washington, Distrito de Colúmbia, EUA: Da esquerda para a direita: O enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, Steven Witkoff, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, o secretário de Estado dos Estados Unid
Europa Press/Contacto/Will Oliver - Pool via CNP

MADRID 7 out. (EUROPA PRESS) -

O governo dos Estados Unidos evitou avaliar o suposto plano de ataque à sua embaixada em Caracas, que o governo venezuelano denunciou um dia antes, e lembrou que não tem presença diplomática nesse país desde 2019.

"Em março de 2019, o Departamento de Estado dos EUA retirou todo o pessoal diplomático da Embaixada em Caracas e suspendeu suas operações. Todos os serviços consulares, tanto de rotina quanto de emergência, permanecem suspensos até novo aviso", disse um porta-voz à Europa Press.

A esse respeito, ele reiterou que a segurança do pessoal diplomático e de seus cidadãos no exterior é uma "prioridade máxima" para o governo, que não recomenda que seus cidadãos viajem para a Venezuela "sob nenhuma circunstância".

Ele também evitou comentar sobre esse suposto plano, que as autoridades venezuelanas denunciaram na segunda-feira e que acusam "setores extremistas da direita local" de estarem por trás. Caracas informou que havia informado uma "embaixada europeia" para que transmitisse a mensagem a Washington.

"Não comentamos conversas diplomáticas nem divulgamos detalhes de procedimentos de segurança", disse o porta-voz da pasta diplomática dos EUA.

O presidente Nicolás Maduro disse que o objetivo era colocar um explosivo nas proximidades da embaixada em Caracas e afirmou que Washington já tem todas as informações coletadas pelas autoridades venezuelanas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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