Europa Press/Contacto/Us Navy/U.S Navy
MADRID, 18 mar. (EUROPA PRESS) -
O Exército dos Estados Unidos afirmou ter lançado bombas antibunker de mais de duas toneladas contra supostas instalações de armazenamento de mísseis do Irã perto do Estreito de Ormuz, no âmbito da ofensiva desencadeada em 28 de fevereiro, em conjunto com Israel, contra o país asiático.
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) indicou que suas tropas “utilizaram com sucesso múltiplas munições de penetração profunda e de 5.000 libras (cerca de 2,3 toneladas) contra instalações reforçadas de mísseis ao longo da costa do Irã, perto do Estreito de Ormuz”.
“Os mísseis de cruzeiro antinavio iranianos nessas instalações representavam um risco para o transporte marítimo internacional no estreito”, destacou em uma mensagem em suas redes sociais, sem dar mais detalhes nem especificar se esses ataques teriam causado vítimas.
O CENTCOM parece referir-se, dessa forma, ao uso das bombas GBU-72, uma munição antibunker de cerca de 2,3 toneladas que pode ser lançada por diversos aviões da Força Aérea dos Estados Unidos, embora, por enquanto, não haja confirmação oficial sobre o tipo de armamento utilizado no ataque.
A Guarda Revolucionária do Irã reivindicou, nos últimos dias, vários ataques contra navios no Estreito de Ormuz, como parte de sua resposta à referida ofensiva contra o país asiático, que também atacou território israelense e interesses americanos no Oriente Médio, incluindo bases militares.
As autoridades do Irã confirmaram, em seu último balanço, mais de 1.200 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, embora a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, tenha elevado no domingo para mais de 3.000 o número de mortos, em sua maioria civis.
Entre os mortos por esses ataques estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional e seu assessor de segurança, Ali Lariyani, bem como vários altos cargos do Exército e das forças de segurança, incluindo o comandante da força paramilitar Basij, Golamreza Soleimani.
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