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MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo dos Estados Unidos instou seus cidadãos que residem no Líbano a deixarem o país diante do que descreveu como um contexto “complexo” e mutável, enquanto o Exército de Israel e o partido-milícia xiita Hezbollah continuam trocando ataques, apesar da trégua acordada na semana passada e às vésperas de delegações dos dois países se reunirem novamente em Washington.
“O ambiente de segurança continua complexo e pode mudar rapidamente. Exortamos os cidadãos americanos a deixarem o Líbano enquanto ainda houver opções de voos comerciais”, afirmou a Embaixada dos Estados Unidos em Beirute em um novo alerta de viagem emitido nesta quarta-feira.
A representação diplomática, que está acompanhando “de perto” os acontecimentos no Líbano, recomendou também aos cidadãos que decidam permanecer em território libanês que “elaborem planos de contingência para situações de emergência” e que acompanhem a mídia para se manterem a par de qualquer novidade a esse respeito.
O aviso de Washington chega em pleno cessar-fogo e apenas um dia antes de o Líbano e Israel realizarem um segundo encontro na sede do Departamento de Estado com o objetivo de pôr fim ao conflito reativado no último dia 2 de m
A trégua não impediu Israel de continuar lançando ataques contra o país vizinho, onde já morreram cerca de 2.500 pessoas nesta última ofensiva, e de manter suas posições no sul do Líbano.
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