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As autoridades venezuelanas consideram que os alertas de insegurança dos Estados Unidos se baseiam em “relatos inexistentes”. MADRID 11 jan. (EUROPA PRESS) -
O Escritório de Assuntos Consulares do Departamento de Estado dos Estados Unidos instou seus cidadãos a deixarem a Venezuela devido ao risco existente diante do suposto rearmamento de milícias no território que estariam interceptando veículos em busca de pessoas de origem norte-americana ou que demonstrem seu apoio ao país norte-americano. “A situação de segurança na Venezuela continua instável. Dado que os voos internacionais foram retomados, os cidadãos americanos na Venezuela devem abandonar o país imediatamente. Antes de partir, tomem precauções e estejam atentos ao seu entorno”, diz um comunicado emitido pelo Departamento de Estado.
Nesse sentido, indicaram que o grau de alerta está no nível 4, o mais alto, sob a recomendação de “não viajar” para o país latino-americano devido ao risco de “detenção, terrorismo, sequestro, aplicação arbitrária das leis locais, criminalidade, distúrbios civis e infraestrutura sanitária deficiente”.
Especificamente, alertaram que grupos armados estariam operando no território em busca de cidadãos americanos ou simpatizantes das ações do país, para o que estariam bloqueando estradas e revistando veículos.
Afirmações que o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela negou veementemente, acusando as autoridades do país norte-americano de “fabricar uma percepção de risco que não existe” com base em “relatos inexistentes”. “A Venezuela se encontra em absoluta calma, paz e estabilidade. Todos os centros populacionais, vias de comunicação, pontos de controle e dispositivos de segurança funcionam normalmente, e todas as armas da República estão sob o controle do Governo Bolivariano, único garante do monopólio legítimo da força e da tranquilidade do povo venezuelano”, indica uma nota oficial publicada pelo ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil.
O Governo venezuelano manifestou o seu compromisso com a “proteção da paz”, a “estabilidade institucional” e a “convívio do povo venezuelano”.
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