Europa Press/Contacto/Gerard Bottino - Arquivo
MADRID 18 jun. (EUROPA PRESS) -
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira a imposição de sanções contra três pessoas e cinco empresas por suas ligações com o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, entre as quais se encontra o líder de um partido político conservador e cristão do Líbano.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos sancionou Suleiman Frangié, líder do Movimento Marada, que atualmente conta com três cadeiras no Parlamento libanês e que constitui uma das formações cristãs alinhadas com o Hezbollah e o partido xiita Amal.
O Departamento do Tesouro sancionou Frangié, neto do ex-presidente homônimo, por ter “utilizado sua aliança estratégica com o Hezbollah para promover suas próprias ambições políticas”. “Frangié aceitou apoio financeiro do Hezbollah em troca de apoiar os esforços desse grupo para tirar assentos parlamentares de deputados reformistas e independentes nas eleições parlamentares libanesas”, explicou.
Também figura entre os sancionados o vice-diretor do conselho político do Hezbollah, Mahmud Qamati, que “coordena o contrabando de dinheiro em espécie do Irã para o Hezbollah e defende os interesses do Hezbollah no Líbano”, conforme indicou o Tesouro.
Um homem identificado como Wael Constanteen foi incluído neste pacote de sanções dos Estados Unidos como diretor da seguradora com sede no Iraque Al-Shafa Administrative Services Limited (Al-Shafa), também sancionada.
Além desta, outras quatro empresas foram sancionadas por suas ligações com o grupo xiita: a Globe Technology Providers SARL (Globe SARL) e a Tyke SAL, ambas com sede no Líbano; a Al-'Ahd Company for Trade and Investment (Al-'Ahd Company), ligada ao Hezbollah e com sede na Síria; e a Globe International SPC, com sede em Omã.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático