Andrew Thomas / Zuma Press / Europa Press
MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira a imposição de sanções contra três militares e oito empresas estatais de Cuba, no âmbito da campanha do governo Trump contra as autoridades da ilha.
Os afetados por essa medida do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) são três oficiais do Exército identificados como Joaquín Francisco Ncio Monteagudo, Julio Hurtado Betancourt e Dioglis Pedrera Argüello, acusados de dirigir as entidades sancionadas neste mesmo pacote.
Trata-se de quatro empresas de mineração estatais acusadas de extrair níquel para o “regime” cubano — CEPRONIQUEL, CEDINIQ, SERCONI e PINARES— e outras quatro empresas de propriedade das Forças Armadas dedicadas à pesquisa e ao desenvolvimento de sistemas de armas, capacidades navais e simulação de campos de batalha — CIDAI, SIMPRO, CIDNAV e CIDP GRITO DE BAIRE.
O Departamento de Estado, que também se pronunciou sobre as sanções, defendeu a medida em um comunicado, alegando que “durante décadas, o regime cubano canalizou todos os recursos da ilha para uma elite militar restrita e corrupta, deixando os cubanos comuns sem eletricidade, alimentos nem dignidade”.
“O governo Trump não ficará de braços cruzados enquanto a elite cubana se enriquece por meio da extração de recursos e os acumula para o aparato de segurança repressivo de Cuba, enquanto o povo cubano sofre com a escassez”, afirmou.
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