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MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos impuseram sanções contra quatro indivíduos e três entidades ligadas à organização islâmica Irmãos Muçulmanos por seu suposto apoio financeiro e logístico ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que Washington considera uma organização terrorista.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos indicou em um comunicado que entre os afetados está um importante líder da Irmandade Muçulmana no Egito, Mahmud al Abiari, residente no Reino Unido, bem como outras três pessoas e entidades.
Em um comunicado, o Tesouro descreveu Al Abiari como “um dos principais líderes ativos da Irmandade Muçulmana” e o acusou de participar de atividades de arrecadação de fundos para terceiros anteriormente sancionados por Washington por manterem laços com o grupo armado palestino.
As sanções também afetam duas organizações classificadas como “falsas instituições de caridade”: a Tujá Bulá Global, com sede na Indonésia, e a Madad Palestine Charitable Society, na Faixa de Gaza. Ambas foram acusadas de arrecadar dinheiro que posteriormente seria transferido para o braço militar do Hamas.
O Departamento de Estado acusou, em um breve comunicado, ambas as organizações de atuarem como “fachada” para essa transferência de fundos por meio de “diferentes jurisdições”, com o objetivo final de “financiar o terrorismo”.
“Essa medida expõe as filiais da Irmandade Muçulmana e outras organizações de fachada lideradas pelo Hamas que utilizam redes clandestinas para ocultar e transferir fundos em apoio ao terrorismo. Os Estados Unidos estão comprometidos com o desmantelamento da infraestrutura financeira que sustenta o Hamas e a Irmandade Muçulmana, conforme previsto em sua Estratégia Antiterrorista”, afirmou.
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