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MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira a imposição de sanções contra nove pessoas, a maioria delas altos funcionários do governo de Cuba, bem como contra a Direção Geral de Inteligência do país caribenho.
Entre os afetados pela medida do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) estão a ministra das Comunicações, Mayra Arevich Marín; o ministro da Energia e Minas, Vicente de la O Levy; e a ministra da Justiça, Rosabel Gamón Verde.
Além disso, foram incluídos na lista de sancionados pelo Tesouro o presidente da Assembleia Nacional, Juan Esteban Lazo; o chefe da Contra-Inteligência Militar das Forças Armadas, o general José Miguel Gómez del Vallín; o ex-ministro Roberto Tomás Morales — atualmente membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba —; e três militares de destaque: Joaquín Quintas, Eugenio Armando Rabilero e Raúl Villar.
O anúncio ocorre em meio às tensões com Havana, depois que o governo de Donald Trump impôs, em janeiro, um bloqueio petrolífero à ilha, o que agravou a crise de abastecimento, especialmente após a perda do fornecimento da Venezuela no início do ano, na sequência da operação militar norte-americana em Caracas, que resultou em mais de cem mortos e na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores.
A isso se soma a informação publicada neste domingo pelo site norte-americano Axios, que informa que a compra por parte de Cuba de 300 drones militares acionou todos os alarmes nos Estados Unidos, que acreditam que Havana poderia utilizá-los para atacar a base de Guantánamo, navios militares norte-americanos ou até mesmo Cayo Hueso (Key West), na Flórida, localizada a apenas 144 quilômetros da ilha.
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