Europa Press/Contacto/Michael Brochstein
MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira a imposição de sanções contra cerca de vinte pessoas e entidades de diversas nacionalidades acusadas de fornecer produtos químicos ao Cartel de Sinaloa, considerado organização terrorista por Washington.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro sancionou 23 pessoas e entidades que fazem parte de “uma sofisticada rede de aquisição de opioides sintéticos ligada ao Cartel de Sinaloa”, à qual fornecem “precursores químicos importados principalmente da Ásia”, permitindo-lhe sintetizar drogas como o fentanil e a metanfetamina.
“Essas redes fabricam opioides sintéticos altamente potentes e perigosos com maior eficiência do que nunca. Essas drogas ilícitas (...) chegam às ruas das cidades americanas e causam a morte de dezenas de milhares de americanos a cada ano”, afirmou o departamento em um comunicado.
Entre os afetados por essas medidas estão cidadãos da Índia, da Guatemala e do México, além de empresas sediadas nesses três países. De acordo com o Tesouro, as entidades no país asiático são as que “comercializam e vendem precursores de fentanil” a intermediários, que se encarregam do envio desses produtos para o México ou a Guatemala para, posteriormente, serem transferidos para laboratórios clandestinos controlados pelos cartéis.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, lembrou que o presidente Donald Trump deixou claro que não permitirá que os “cartéis terroristas causem estragos” no país e garantiu que seu departamento “continuará atacando cada etapa da cadeia de abastecimento de opióides para manter os Estados Unidos seguros e evitar que mais vidas sejam perdidas devido ao fentanil”.
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