Publicado 09/01/2026 14:40

Os EUA enviam uma delegação a Caracas para explorar a reabertura das respectivas embaixadas.

4 de janeiro de 2026, México, Cdmx, México: Ontem, o governo dos EUA capturou o presidente venezuelano NICOLÁS MADURO por ordem de DONALD TRUMP. Hoje, a comunidade venezuelana que vive no México saiu às ruas de Polanco (um dos bairros mais exclusivos do p
Europa Press/Contacto/Josue Perez

A Venezuela confirma que também enviará uma equipe a Washington “para cumprir as tarefas correspondentes”, mas não detalha quando MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo de Donald Trump enviou nesta sexta-feira à capital da Venezuela, Caracas, uma delegação para explorar a reabertura de suas respectivas embaixadas, após a captura do presidente do país latino-americano, Nicolás Maduro, no ataque perpetrado pelos Estados Unidos na semana passada.

Um porta-voz do Departamento de Estado confirmou à Europa Press que uma equipe formada por pessoal diplomático e de segurança da Unidade de Relações Exteriores da Venezuela, incluindo o encarregado de negócios desse escritório, John McNamara, foi a Caracas “para realizar uma avaliação inicial sobre uma possível retomada gradual das operações”.

Vale lembrar que a Embaixada dos EUA na Venezuela suspendeu suas operações em 2019, sob o mandato de Nicolás Maduro.

Posteriormente, o governo agora liderado por Delcy Rodríguez confirmou que “decidiu iniciar um processo exploratório de caráter diplomático” com Washington, “orientado ao restabelecimento das missões diplomáticas em ambos os países, com o objetivo de abordar as consequências decorrentes da agressão e do sequestro” de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, “bem como abordar uma agenda de trabalho de interesse mútuo”.

Através de um comunicado publicado pelo ministro das Relações Exteriores, Yván Gil, explicou que, além da visita de funcionários diplomáticos americanos, uma delegação venezuelana chegará aos Estados Unidos “para cumprir as tarefas correspondentes”, embora não tenha dado detalhes sobre quando essa viagem ocorrerá.

No entanto, reiterou que, tal como sustentou a presidente em exercício, “a Venezuela enfrentará esta agressão pela via diplomática, convencida de que este é o caminho legítimo para a defesa da soberania, o restabelecimento do Direito Internacional e a preservação da paz”.

Nesse contexto, Gil reiterou a “denúncia internacional de que foi vítima de uma agressão criminosa, ilegítima e ilegal contra seu território e seu povo, ação que deixou mais de uma centena de mortes de civis e militares que, em defesa da pátria, foram assassinados em flagrante violação do Direito Internacional”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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