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Marco Rubio explica que os EUA não tiveram nada a ver com o “preocupante” relatório europeu, mas não há motivos para “colocar isso em dúvida” MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) -
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou neste domingo que seu país não teve nada a ver com a acusação feita por cinco países europeus, entre eles Alemanha, França e Reino Unido, que aponta o governo russo como responsável pelo assassinato, há dois anos, do líder opositor Alexei Navalni, preso, com uma neurotoxina.
O relatório conjunto, que contou com a participação da Suécia e dos Países Baixos, denunciou que as análises das amostras de Navalni confirmaram “de forma conclusiva” a presença de epibatidina, uma toxina considerada arma química de acordo com a legislação internacional que “não é encontrada naturalmente na Rússia”.
A Rússia respondeu que o relatório não passa de propaganda e afirma que Navalni morreu de causas naturais em 16 de fevereiro de 2024 na colônia penal do Ártico onde estava preso. Em visita à Eslováquia, Rubio declarou que a questão é “muito grave” antes de reiterar que “não foi uma iniciativa dos Estados Unidos”.
“Às vezes, há países que agem por conta própria com base nas informações de inteligência de que dispõem. É claro que tomamos nota do relatório. É um relatório preocupante e não temos motivos para questioná-lo ou contestar seu conteúdo”, acrescentou o secretário de Estado.
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