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MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
Os Estados Unidos, a Dinamarca e seus aliados na região do Ártico concordaram nesta sexta-feira em dar mais um passo em seus esforços de diálogo para reforçar a segurança na zona, em uma nova aproximação após a crise que eclodiu no ano passado devido às ambições soberanistas de Washington sobre o território da Groenlândia e que chegou a ameaçar seriamente a estabilidade da OTAN.
Já em um clima mais calmo, na reunião de ministros das Relações Exteriores da OTAN realizada nesta sexta-feira em Helsingborg (Suécia), os principais protagonistas da crise, Estados Unidos e Dinamarca, incluindo a Groenlândia e as Ilhas Faroé, juntamente com os representantes diplomáticos da Finlândia, Noruega e Suécia, assinaram uma declaração conjunta na qual se comprometem a “aprofundar” seu diálogo, diante dos desafios de segurança e das oportunidades econômicas no Ártico e no Alto Norte.
“O Ártico está se tornando rapidamente uma esfera de crescente importância geopolítica e estratégica”, avaliaram os signatários, antes de lembrar que todas as operações de segurança estão sendo preparadas “de forma coordenada e planejada”.
Todos eles comemoraram a maior presença da OTAN na região por meio de atividades como a operação Arctic Sentry, bem como o desenvolvimento da vigilância aérea na Islândia e das Forças Terrestres Avançadas na Finlândia, e o fortalecimento contínuo do Comando Conjunto de Forças em Norfolk (Virgínia, Estados Unidos), além da instalação de um novo Centro de Operações Aéreas Combinadas (CAOC) na Noruega.
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