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MADRID, 8 jul. (EUROPA PRESS) -
A Marinha dos Estados Unidos confirmou a morte de um comandante após a “aterrissagem” de emergência, na semana passada, de um helicóptero no Mar Arábico, após ter suspendido, em 5 de julho, as operações de busca e resgate na área, ao mesmo tempo em que reiterou que o ocorrido não foi causado por uma “ação hostil”.
Assim, identificou o falecido como Gabriel Edwards, comandante do 5º Esquadrão de Helicópteros de Combate Marinho, e transmitiu suas condolências à família, ao mesmo tempo em que destacou seu papel no seio das Forças Armadas do país africano.
A Marinha informou que as operações de busca e resgate se estenderam por 102 horas e abrangeram uma área de mais de 36.000 quilômetros quadrados, trabalhos nos quais estiveram envolvidos navios e aeronaves de dois grupos de combate de porta-aviões destacados no Oriente Médio.
“A causa do incidente continua sob investigação. Não há indícios de que a emergência tenha sido causada por uma ação hostil”, destacou em seu comunicado, no contexto do conflito no Oriente Médio decorrente da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, com um frágil cessar-fogo em vigor desde 8 de abril.
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