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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, confirmou nesta terça-feira a libertação da jornalista americana Shelly Kittleson, sequestrada uma semana antes em Bagdá pela milícia iraquiana pró-iraniana Kataib Hezbollah, que havia anunciado horas antes sua libertação “com a condição de que ela abandonasse o país imediatamente”.
“Tenho o prazer de anunciar a libertação da jornalista americana Shelly Kittleson, que foi sequestrada recentemente por membros da organização terrorista estrangeira Kataib Hezbolá perto de Bagdá, no Iraque”, declarou Rubio em uma publicação nas redes sociais. “É um alívio saber que esta cidadã americana já está em liberdade e estamos trabalhando para facilitar sua saída segura do Iraque”, acrescentou.
Na mesma publicação, o chefe do Departamento de Estado expressou a “gratidão” de seu departamento “ao Federal Bureau of Investigation (FBI), ao Departamento de Guerra (Defesa), ao pessoal americano de diversas agências, ao Conselho Judicial Supremo iraquiano e aos nossos parceiros iraquianos pela ajuda para conseguir sua libertação”.
"Esta resolução reflete o firme compromisso do governo (de Donald) Trump com a segurança dos cidadãos americanos, independentemente de onde se encontrem no mundo. Sob a presidência de Trump, a detenção ilegal ou o sequestro de cidadãos americanos não serão tolerados”, enfatizou Rubio, antes de prometer o uso de “todos os meios” ao alcance de Washington “para trazer os americanos de volta para casa e exigir responsabilização dos culpados”.
Por sua vez, Alex Plitsas, amigo de Kittleson e pessoa de contato com os Estados Unidos designada pela própria jornalista, afirmou ter “confirmação de que sua transferência foi realizada com sucesso”.
Horas depois de indicar que preferia esperar pela concretização da “entrega para fazer declarações de comemoração”, Plitsas se pronunciou dessa forma em uma publicação nas redes sociais, na qual demonstrou sua gratidão às autoridades americanas e ao governo do Iraque.
A confirmação de Rubio e Plitsas ocorre depois que a Kataib Hezbollah anunciou, acrescentando posteriormente um vídeo como prova de vida, a libertação de Kittleson “com a condição de que ela abandone o país imediatamente” e alegando que esse gesto “não se repetirá no futuro”, aludindo diretamente à “guerra declarada pelo inimigo sionista-americano contra o Islã”.
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