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MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos condenaram neste sábado o ataque à residência do presidente do Curdistão iraquiano, Nechirvan Barzani, por forças pró-iranianas, um episódio de violência que Washington classificou como “ato terrorista” e que ocorre no contexto da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica e sua resposta subsequente.
“Os Estados Unidos condenam de forma inequívoca e enérgica os desprezíveis ataques terroristas perpetrados por milícias ligadas ao Irã no Iraque contra a residência particular do presidente da região do Curdistão iraquiano, Nechirvan Barzani”, declarou o porta-voz adjunto do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Tommy Pigott, em um breve comunicado.
Na mesma linha, Pigott denunciou que as ações “covardes” e “indiscriminadas” do Irã e de seus aliados “constituem um ataque direto contra a soberania, a estabilidade e a unidade do Iraque”.
“Rejeitamos categoricamente os atos terroristas indiscriminados e covardes que o Irã e seus aliados desencadearam na região do Curdistão iraquiano e em todo o Iraque”, concluiu o porta-voz do Departamento de Estado.
O comunicado em questão surge depois que a agência de notícias iraquiana INA anunciou que três membros das Forças de Mobilização Popular (FMP) morreram e outros quatro ficaram feridos em um ataque perpetrado na província de Kirkuk, no norte do país, neste mesmo sábado.
A mesma agência informou ainda — citando fontes das forças de segurança — sobre a queda de um drone perto do Aeroporto Internacional de Bagdá, capital iraquiana; bem como sobre outros seis ataques com drones na região do Curdistão iraquiano, no norte do país, um dos quais atingiu a residência do presidente Nichirvan Barzanim, na cidade de Duhok.
Desde 28 de agosto, quando começaram os bombardeios israelenses e americanos contra o Irã, foram registrados mais de 460 ataques no Curdistão, considerado aliado de Washington pelas milícias iraquianas pró-iranianas, segundo o balanço da televisão curdo-iraquiana Rudaw.
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