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MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) - O Exército dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira que encerrou sua operação de transferência para o Iraque de milhares de jihadistas do Estado Islâmico que permaneciam presos na Síria, após o acordo entre o governo de Damasco e as autoridades curdas semiautônomas do norte e nordeste da Síria.
Em um comunicado publicado nesta sexta-feira, o Comando Central do Exército dos Estados Unidos confirmou o que o governo iraquiano havia anunciado na quinta-feira sobre a conclusão de uma transferência que envolveu mais de 7.000 jihadistas, dos quais mais de 5.700 voaram em aviões do Exército norte-americano desde o início da operação de transferência, em 21 de janeiro passado.
Os Estados Unidos foram um dos principais atores a favor de um acordo entre as novas autoridades centrais e as forças curdas para um processo de reintegração, acordado após meses de tensões e diante de uma ofensiva das forças de segurança de Damasco.
O chefe do CENTCOM, almirante Bradley Cooper, agradeceu ao governo iraquiano por sua participação no transporte desses detidos, “essencial para a segurança regional” em um momento em que os Estados Unidos estão se desligando da Síria após anos de missão na luta contra o Estado Islâmico.
Prova disso foi, por exemplo, a retirada americana da base síria de Al Tanf, localizada perto das fronteiras com a Jordânia e o Iraque, “como parte de uma transição deliberada e baseada nas condições”, confirmou o CENTCOM, da Coalizão Internacional contra o Estado Islâmico.
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