MADRID 7 jan. (EUROPA PRESS) - O governo dos Estados Unidos começou a retirar gradualmente as sanções econômicas contra a Venezuela, a fim de permitir a venda e o transporte de petróleo bruto e outros produtos petrolíferos venezuelanos para os mercados de todo o mundo, após a intervenção militar para capturar o presidente Nicolás Maduro.
Trata-se de um “acordo energético histórico” que beneficiará tanto Washington quanto Caracas e os aliados dos Estados Unidos, garantiu nesta quarta-feira o governo Trump, que anunciou que reduzirá “seletivamente” as sanções que prejudicaram a economia e a indústria petrolífera da Venezuela nos últimos anos.
O Departamento de Energia emitiu um comunicado informando que essas vendas começarão imediatamente, com uma previsão de aproximadamente 30 a 50 milhões de barris para os Estados Unidos, conforme antecipado anteriormente pelo presidente Donald Trump. Essas transações “continuarão por tempo indeterminado”, disse ele. Washington destacou que todas as receitas provenientes dessas vendas serão inicialmente depositadas em contas controladas pelos Estados Unidos “em bancos reconhecidos mundialmente” para garantir a “integridade” das receitas.
Além disso, “o único petróleo que entrará e sairá da Venezuela será através de canais legítimos e autorizados, de acordo com a lei americana e a segurança nacional” e foi dada autorização para a importação de equipamentos, peças sobressalentes e serviços para “impulsionar” o crescimento da indústria venezuelana.
Da mesma forma, os Estados Unidos informaram que também trabalharão para melhorar a rede elétrica venezuelana, “essencial para aumentar a produção de petróleo” e que “está deteriorada e frágil após anos de má gestão socialista, corrupção e manutenção deficiente”.
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