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MADRID 14 mar. (EUROPA PRESS) - O governo dos Estados Unidos emitiu várias licenças que suspendem as restrições às empresas americanas quanto à exploração e ao comércio de petróleo venezuelano, além do investimento e do fornecimento de material necessário para o setor petrolífero da Venezuela.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro aliviou, dessa forma, as sanções que pesam sobre o país latino-americano, em mais um sinal da mudança de rumo nas relações bilaterais entre os dois países após a captura, no início do ano, do presidente Nicolás Maduro.
As empresas dos Estados Unidos poderão fazer negócios com o setor, intimamente ligado à empresa estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), embora os documentos estabeleçam a proibição de que qualquer pessoa do Irã, Coreia do Norte, Rússia e Cuba esteja envolvida nas transações. Da mesma forma, os contratos firmados serão regidos pelas leis americanas e qualquer resolução de disputas deverá ocorrer em território dos Estados Unidos. Também não será possível celebrar qualquer acordo comercial com pessoas sancionadas pelo Executivo norte-americano. “O governo Trump tem cumprido rapidamente a promessa de ajudar a restaurar a economia venezuelana em benefício tanto do povo norte-americano quanto do venezuelano”, afirmou o OFAC em uma mensagem nas redes sociais.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, voltou a pedir nesta sexta-feira a retirada das sanções internacionais que pesam sobre a Venezuela para poder normalizar o intercâmbio de recursos energéticos. “Essas autorizações ampliam os investimentos e as atividades permitidas na indústria energética venezuelana e permitem a exportação de fertilizantes diretamente para os Estados Unidos para apoiar nossos agricultores americanos”, concluiu o OFAC.
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