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MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -
A Embaixada dos Estados Unidos em Beirute alertou nesta sexta-feira para a possibilidade de o Irã ou grupos armados aliados estarem planejando atacar universidades em território libanês, onde os ataques perpetrados pelas forças de Israel em regiões do sul do país já causaram mais de 1.300 mortos.
Em um comunicado divulgado por meio de seu site oficial, a representação diplomática assinalou que “o Irã e as milícias afiliadas poderiam ter a intenção de atacar universidades no Líbano” e ressaltou que Teerã “ameaçou especificamente universidades americanas em todo o Oriente Médio”.
Diante dessa situação, o Departamento de Estado dos Estados Unidos instou os cidadãos americanos a deixarem o Líbano “enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis”, conforme consta no referido aviso, que destaca o caráter “volátil e imprevisível” da situação de segurança no país.
“Instamos os cidadãos americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos aos cidadãos americanos que se encontram no Líbano e decidam não partir que elaborem planos de contingência para situações de emergência e que estejam preparados para se refugiar caso a situação piore”, continua o comunicado.
Nesse contexto, o governo dos Estados Unidos alertou seus cidadãos de que a Embaixada dos Estados Unidos no Líbano “está prestando serviços limitados de passaporte a cidadãos americanos em caráter de urgência” e de que “todos os serviços consulares habituais estão suspensos até novo aviso”.
Este aviso surge após a intensificação, nos últimos dias, da controvérsia no âmbito político e midiático libanês, na sequência da divulgação dessas ameaças por setores próximos ao partido-milícia xiita libanês Hezbollah, que apontaram instituições como a Universidade Americana de Beirute (AUB) ou a Universidade Libanesa-Americana (LAU) como possíveis alvos.
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