Publicado 15/03/2026 01:50

Os EUA afirmam ter afundado mais de 65 navios iranianos e atacado 6.000 alvos desde o início de sua ofensiva

8 de março de 2026, USS Thomas Hudner, Estados Unidos: O contratorpedeiro de mísseis guiados da classe Arleigh Burke da Marinha dos Estados Unidos, USS Thomas Hudner, lança um míssil de ataque terrestre Tomahawk em apoio à Operação Epic Fury, em 5 de març
Europa Press/Contacto/U.S Navy/U.S. Navy

MADRID 15 mar. (EUROPA PRESS) - As Forças Armadas dos Estados Unidos destruíram mais de 65 embarcações da Marinha iraniana e atacaram cerca de 6.000 alvos dentro do território do Irã desde o início da operação batizada de “Fúria Épica”, segundo afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que garantiu que “esta missão continuará até que todos os objetivos do presidente Trump sejam plenamente cumpridos”. A porta-voz destacou ainda que a campanha militar reduziu drasticamente a capacidade ofensiva da República Islâmica. Especificamente, ela observou que a capacidade de Teerã de lançar mísseis foi reduzida em 90%, enquanto suas capacidades com drones caíram em torno de 95%.

“O regime iraniano, ou o que resta dele, e esses terroristas radicais estão proferindo muitas palavras vazias, mas suas ações enfraquecidas falam por si mesmas e destacam o quão bem-sucedida esta operação se mostrou em apenas duas semanas. Aniquilamos totalmente a marinha do regime iraniano. Eliminamos quase completamente a ameaça de seus mísseis balísticos”, afirmou Leavitt em declarações à emissora de televisão Fox News. “Estamos erradicando completamente essa ameaça”, reiterou. A porta-voz da Casa Branca garantiu que os ataques americanos continuarão até que os objetivos estabelecidos por Donald Trump e seu secretário de Defesa, Pete Hegseth, sejam cumpridos na íntegra. Entre esses objetivos, destaca-se “erradicar completamente a ameaça de que o Irã construa uma bomba nuclear para ameaçar o mundo e atacar as tropas e o pessoal dos EUA na região”. Essas declarações foram feitas depois que o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, rejeitou a exigência do presidente americano, Donald Trump, de uma rendição incondicional por parte do Irã.

Apesar desses fatos, o chefe da diplomacia iraniana defendeu que a República Islâmica manterá sua resistência diante da ofensiva e advertiu que continuará combatendo “pelo tempo que for necessário”.

Nesse contexto, o próprio Donald Trump afirmou neste sábado que não acredita ser possível chegar a um acordo com as autoridades iranianas, já que os termos do mesmo “ainda não são suficientemente bons”, apesar de afirmar que Teerã está disposta a negociar um cessar-fogo que ponha fim à escalada regional decorrente da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

A ofensiva conjunta já deixou, até o momento, mais de 1.200 mortos no Irã, segundo dados divulgados pelas autoridades do país asiático. Entre os mortos, além do líder supremo, estão vários ministros e altos cargos do Exército iraniano, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e interesses americanos em países do Oriente Médio, incluindo bases militares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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