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MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - A Casa Branca afirmou nesta segunda-feira que “a diplomacia é sempre a primeira opção” para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas que não descarta nenhuma alternativa e, entre elas, está a de bombardear o Irã, como fez em junho do ano passado, embora desta vez em plena onda de protestos no país centro-asiático, cuja repressão já deixou mais de 640 mortos e 10.000 detidos.
“A diplomacia é sempre a primeira opção para o presidente”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em declarações à imprensa, logo após destacar que “uma das qualidades do presidente Trump é manter sempre todas as suas opções em aberto, e os ataques aéreos seriam uma das muitas opções que o comandante-chefe” das Forças Armadas americanas tem.
Da mesma forma, Leavitt enfatizou, assim como o presidente republicano, que o que se ouve “publicamente do regime iraniano é muito diferente das mensagens que o governo recebe em particular”, um contraste que o inquilino da Casa Branca “tem interesse em explorar”.
“Dito isso, o presidente demonstrou que não teme usar opções militares quando considerar necessário, e ninguém sabe disso melhor do que o Irã”, reiterou, em pleno aumento das sanções dos Estados Unidos que, juntamente com Israel, voltaram a apontar para seu programa nuclear, incluindo bombardeios como os de junho de 2025, que mataram mais de 1.100 pessoas.
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