Publicado 13/01/2026 02:08

Os EUA afirmam que "a diplomacia é a primeira opção", mas não descartam bombardear o Irã, em plena onda de protestos.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, fala com repórteres após uma entrevista televisiva fora da Ala Oeste da Casa Branca, em Washington, DC, na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. Crédito: CNP / Admedia
Europa Press/Contacto/CNP

MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - A Casa Branca afirmou nesta segunda-feira que “a diplomacia é sempre a primeira opção” para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas que não descarta nenhuma alternativa e, entre elas, está a de bombardear o Irã, como fez em junho do ano passado, embora desta vez em plena onda de protestos no país centro-asiático, cuja repressão já deixou mais de 640 mortos e 10.000 detidos.

“A diplomacia é sempre a primeira opção para o presidente”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em declarações à imprensa, logo após destacar que “uma das qualidades do presidente Trump é manter sempre todas as suas opções em aberto, e os ataques aéreos seriam uma das muitas opções que o comandante-chefe” das Forças Armadas americanas tem.

Da mesma forma, Leavitt enfatizou, assim como o presidente republicano, que o que se ouve “publicamente do regime iraniano é muito diferente das mensagens que o governo recebe em particular”, um contraste que o inquilino da Casa Branca “tem interesse em explorar”.

“Dito isso, o presidente demonstrou que não teme usar opções militares quando considerar necessário, e ninguém sabe disso melhor do que o Irã”, reiterou, em pleno aumento das sanções dos Estados Unidos que, juntamente com Israel, voltaram a apontar para seu programa nuclear, incluindo bombardeios como os de junho de 2025, que mataram mais de 1.100 pessoas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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