Eusebio García del Castillo - Europa Press
MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
Os espanhóis consideravam os cortes de energia como uma das ameaças menos importantes à segurança nacional antes de o país sofrer um apagão histórico na segunda-feira, que deixou grande parte da Península Ibérica sem eletricidade e comunicações.
Essa foi a conclusão de uma pesquisa da organização internacional 'More in Coomon', realizada entre 19 e 23 de março, na qual os mais de 2.000 espanhóis entrevistados identificaram a imigração ilegal, as mudanças climáticas ou eventos climáticos extremos, bem como guerras e invasões de países estrangeiros como as maiores ameaças em termos de segurança nacional.
Campanhas de desinformação, instabilidade social, terrorismo, ataques cibernéticos e pandemias foram outras ameaças que mais preocuparam os entrevistados. Abaixo delas estavam o uso indevido da Inteligência Artificial, a escassez de alimentos e as armas biológicas geradas em laboratório.
Em uma lista de 13 possíveis ameaças, os espanhóis colocaram a possibilidade de interrupções no fornecimento de energia em décimo segundo lugar - em penúltimo lugar - acima apenas do perigo de espionagem por um país estrangeiro.
"Um dia depois do que aconteceu, é curioso notar que muitos outros tópicos, como ataques cibernéticos, pandemias, Inteligência Artificial ou armas biológicas, apareceram antes dos cortes de energia", disse Luis Aguado, porta-voz da 'More in Common' na Espanha, em um comunicado.
Em sua opinião, é mais provável que após o apagão de segunda-feira "a percepção tenha mudado", depois que os entrevistados demonstraram mais preocupação com questões como imigração ilegal, mudança climática, guerras ou campanhas de desinformação.
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