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MADRID 27 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos (EAU) condenaram nesta segunda-feira a “agressão” de colonos israelenses na Cisjordânia e acusaram o governo do país de ser “responsável” pelo que descreveram como atos de “provocação” e “incitação” contra a população muçulmana.
O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados indicou, em um comunicado, que se trata de casos de “extremismo” e solicitou às autoridades de Israel que “levem os responsáveis à justiça”. “Qualquer passo em falso em relação à impunidade dos responsáveis será visto como um consentimento e aprofundará o ciclo de ódio, racismo e instabilidade”, afirmou.
“Pedimos ao governo israelense que assuma sua plena responsabilidade, condene essas práticas e puna os responsáveis”, destacou, ao mesmo tempo em que fez um apelo à comunidade internacional para que cumpra sua responsabilidade de impedir essas violações israelenses e evitar uma maior escalada da situação no território palestino ocupado e na região”.
“É importante apoiar os esforços internacionais para reativar o processo de paz no Oriente Médio, com o objetivo de alcançar uma paz integral e justa e pôr fim às práticas ilegais que ameaçam a solução de dois Estados”, concluiu.
Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores, Abdullah bin Zayed, manteve uma conversa por telefone com seu homólogo de Omã, Badr al Busaidi, para abordar os “últimos acontecimentos na região e os esforços para tentar alcançar segurança e estabilidade duradouras”.
“As partes revisaram suas relações bilaterais e exploraram novas formas de impulsionar a cooperação de modo a atender aos interesses e à prosperidade de seus respectivos povos”, destacou o Ministério dos Emirados Árabes Unidos em um comunicado.
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