Publicado 18/05/2026 11:28

Os Emirados classificaram o ataque à usina nuclear de Barakah como um "ato terrorista" contra um projeto "pacífico"

Archivo - Arquivo - 19 de novembro de 2025, Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos: O primeiro-ministro Mark Carney, à esquerda na primeira fila, é recebido pelo ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos e diretor-geral da empresa
Europa Press/Contacto/Sean Kilpatrick - Arquivo

MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -

O ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos, Ahmed al Jaber, classificou nesta segunda-feira o ataque com drones ocorrido nas proximidades da usina nuclear de Barakah, em Abu Dabi, como um “ato terrorista” contra um “projeto pacífico”.

“O ataque contra Barakah é um ato terrorista contra um projeto pacífico construído de acordo com os mais altos padrões de segurança para fornecer eletricidade a residências, hospitais e fábricas em todo o Estado dos Emirados Árabes Unidos”, afirmou ele em uma mensagem nas redes sociais.

O ministro da Indústria dos Emirados considera que a ação constitui uma “agressão ao direito de cada Estado de construir, progredir e fornecer energia limpa ao seu povo”.

Nesse sentido, ele ressaltou que as instalações nucleares “continuarão operando” e que Abu Dhabi seguirá “construindo” seu potencial energético. “Esses eventos apenas nos trarão mais força, determinação e firmeza”, destacou.

As autoridades dos Emirados denunciaram o impacto de um drone que incendiou um gerador que alimentava a usina nuclear de Barakah. No total, foram detectados três drones provenientes da fronteira ocidental — o Irã fica ao norte —, dois dos quais foram “interceptados com sucesso”, enquanto o terceiro atingiu “um gerador elétrico fora do perímetro interno da Usina Nuclear de Barakah, na região de Al Dhafra”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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