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MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos incluíram mais de vinte pessoas e entidades libanesas em sua lista de terroristas, alegando supostas ligações com o partido-milícia xiita libanês Hezbollah.
Isso foi feito por meio de uma resolução do Conselho de Ministros, na qual foi aprovada a inclusão de 16 pessoas e cinco entidades libanesas na referida lista de organizações que supostamente apoiam o terrorismo, conforme informou a agência de notícias oficial dos Emirados, WAM.
O objetivo dessa decisão é tentar desarticular e desmantelar redes que o Executivo dos Emirados considera ligadas ao financiamento do terrorismo e a atividades que, direta ou indiretamente, estejam relacionadas a ele.
Na sequência dessa resolução, as autoridades reguladoras do país são obrigadas a identificar qualquer pessoa física ou jurídica ligada, por meio de relações financeiras ou comerciais, aos incluídos na lista, devendo adotar as medidas necessárias em conformidade com a legislação vigente, o que inclui o congelamento de ativos em um prazo inferior a 24 horas.
Além dos 16 cidadãos libaneses, constam nesta lista de suspeitos de ligação ao Hezbollah a Bayt al Mal al Muslimeen, identificada como braço financeiro e “tesouro” não oficial da milícia; a Al Qard Al Hassan Association, entidade financeira sem fins lucrativos ligada ao partido-milícia xiita; a empresa Al Tasheelat; a The Auditors for Accounting and Auditing (auditores de contabilidade e auditoria); e a entidade Al Khobara For Accounting, Auditing, and Studies.
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