Publicado 07/05/2026 03:59

Os dois infectados que fizeram escala nas Ilhas Canárias foram transferidos para Amsterdã em um novo avião medicalizado

6 de maio de 2026, Países Baixos, Amsterdã: Equipe médica em trajes de proteção aguarda ao lado de uma ambulância alemã para receber os pacientes que foram evacuados do navio de cruzeiro MV Hondius, afetado pelo hantavírus, após sua chegada ao Aeroporto d
Persbureau Heitink/dpa

O avião inicial retornou a Roterdã vazio, apenas com a tripulação, e fez uma escala técnica em Valência

MADRID, 7 maio (EUROPA PRESS) -

Os dois pacientes com hantavírus do cruzeiro “MV Hondius”, que voavam de Praia (Cabo Verde) em um avião de volta aos Países Baixos e tiveram que fazer uma escala técnica na Gran Canaria devido à recusa de Marrocos, já foram transferidos para Amsterdã em um novo avião medicalizado, diferente daquele que inicialmente se encontrava no aeroporto das Canárias, conforme confirmaram fontes do Ministério da Saúde.

A aeronave que permanecia na Gran Canaria partiu posteriormente sem passageiros nem pacientes a bordo, apenas com a tripulação, realizando uma escala técnica em Valência para reabastecer antes de continuar rumo a Roterdã.

O Ministério da Saúde destacou que, em todos os momentos, a operação foi conduzida “seguindo os protocolos sanitários e de segurança estabelecidos, em coordenação com as autoridades competentes e a empresa responsável pelo transporte”.

Um dos aviões que transportava dois pacientes com hantavírus do cruzeiro “MV Hondius” de Praia (Cabo Verde) para Amsterdã (Países Baixos) teve que fazer, na tarde de ontem, uma escala técnica na Gran Canaria devido à recusa de Marrocos em permitir que fizesse escala em Marraquexe, que era o destino inicial para tal parada. Os fatos ocorreram quando o voo deveria fazer uma escala na cidade marroquina para reabastecer de combustível e o reino alauí recusou a escala.

FALHA NO SISTEMA ELÉTRICO

Após parar para reabastecer na Gran Canaria, o médico do voo relatou uma falha no sistema elétrico de suporte do paciente. O paciente permaneceu dentro do avião com suporte elétrico fornecido pelo aeroporto, aguardando a chegada de uma nova aeronave para continuar sua viagem até Amsterdã.

O problema técnico ocorreu na válvula instalada no avião, conforme explicou a diretora-geral de Proteção Civil e Emergências, Virginia Barcones.

O Ministério da Saúde não autorizou inicialmente a decolagem do avião que iria transportar os dois infectados pelo hantavírus de Gran Canaria, ao constatar que as baterias fornecidas pelo governo regional não tinham autonomia suficiente para que o suporte do paciente aguentasse até a Holanda, o que teria obrigado a fazer outra escala na Península Ibérica. Foi decidido que a tripulação, a equipe médica e os infectados aguardariam um próximo avião para fazer o trajeto direto.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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