Publicado 03/07/2026 13:29

Os ataques israelenses já causaram mais de 4.300 mortos no Líbano desde o início da guerra com o Irã

LÍBANO, TIRO – 29 DE JUNHO DE 2026: Destruição em uma área residencial após um ataque aéreo israelense. De acordo com o vice-prefeito de Tiro, Alwan Sharafaddine, os ataques aéreos contra áreas residenciais de Tiro, no sul do Líbano, resultaram em pelo me
Europa Press/Contacto/Dmitry Zelenin

MADRID 3 jul. (EUROPA PRESS) -

Mais de 4.300 pessoas já morreram no Líbano em consequência dos ataques do Exército israelense desde o último dia 2 de março, quando foram retomados os combates entre as forças israelenses e as milícias do partido xiita Hezbollah, três dias após o início da guerra no Irã.

O último balanço do Ministério da Saúde libanês divulgado nesta sexta-feira indicou que os bombardeios israelenses deixaram 4.301 mortos e 12.199 feridos em todo o país, mas especialmente no sul, palco de constantes bombardeios israelenses contra as populações de uma região que foi parcialmente invadida para, segundo o Exército israelense, criar uma “zona de segurança” que proteja as comunidades do norte de Israel.

Por outro lado, o governo libanês denunciou que grande parte desses bombardeios tem caráter indiscriminado e chegou até mesmo a ser deliberadamente direcionada contra civis e militares.

As tensões em torno das ações de Israel no Líbano, acompanhadas de advertências de Teerã de que esses fatos constituem violações do pré-acordo assinado com Washington e poderiam comprometer o processo de paz no Oriente Médio, têm sido um dos pontos de atrito nos recentes contatos e levaram até mesmo a diversos desentendimentos públicos entre Israel e os Estados Unidos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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