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O Ministério da Saúde de Gaza eleva para mais de 1.600 o número de feridos por fogo israelense desde 10 de outubro MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) -
Os ataques do Exército israelense sob o cessar-fogo acordado em 10 de outubro de 2025 já deixaram mais de 600 mortos na Faixa de Gaza, de acordo com o último balanço publicado pelo Ministério da Saúde do enclave sob a autoridade do movimento islâmico palestino Hamas.
Concretamente, 601 palestinos morreram nos ataques israelenses após a confirmação de outras dez mortes nas últimas horas em dois bombardeios contra campos de refugiados em Yabalia e Jan Yunis, no norte e no sul da Faixa de Gaza, respectivamente. Além disso, os ataques israelenses deixaram 1.607 feridos durante a “cessação das hostilidades”.
O exército israelense justifica esses ataques como resposta às atividades das milícias palestinas em zonas do enclave ou incursões de “terroristas” palestinos em suas posições na chamada linha amarela, o perímetro de segurança que mantêm em Gaza. Organizações humanitárias e ativistas palestinos criticam que os ataques são indiscriminados e que os militares israelenses variam constantemente suas posições neste perímetro, confundindo a população.
No que diz respeito aos números totais, o Ministério da Saúde de Gaza confirmou que, desde o início da guerra em 7 de outubro de 2023, 72.061 palestinos morreram em ataques israelenses e o número acumulado de feridos chegou a 171.715.
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