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MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islâmico Hamas, denunciou neste domingo que os ataques israelenses mataram mais de 700 pessoas desde a declaração, em outubro do ano passado, de um cessar-fogo praticamente inexistente.
O Hamas acusou Israel de violar o cessar-fogo em inúmeras ocasiões, enquanto o Exército israelense afirmou que seus ataques foram provocados pelas atividades das milícias palestinas, contrárias ao acordado.
Em seu balanço deste domingo, o Ministério da Saúde eleva para 702 o número de mortos desde então, após constatar, somente nas últimas 24 horas, mais dez mortos e outros 18 feridos.
Com esses números, o Ministério da Saúde eleva o total de mortos na guerra de Gaza para 72.270 e o de feridos para 172.013 desde outubro de 2023.
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