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BRUXELAS 12 maio (EUROPA PRESS) -
A Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Kaja Kallas, informou nesta terça-feira que os 27 países-membros estão estudando a possibilidade de enviar uma missão europeia ao Líbano, onde os Estados-membros mantêm milhares de soldados destacados, diante da retirada da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), prevista para 2027.
Em uma coletiva de imprensa em Bruxelas após uma reunião dos ministros da Defesa dos Estados-Membros, Kallas afirmou que “está claro” que, quando o mandato da FINUL chegar ao fim, “tem que haver algo mais, algo adicional”, e informou que os ministros estão em conversações para definir em que poderia consistir uma missão em nível comunitário.
“Estamos considerando uma nova missão da União Europeia para reforçar o controle no Líbano”, indicou a chefe da diplomacia europeia, que sustentou que “quanto mais forte for o Exército libanês”, mais fraco será o partido-milícia xiita Hezbollah.
Depois de lembrar que a UE já apoia o país com 100 milhões de euros em ajuda humanitária, ela defendeu que também “está fazendo todo o possível para mitigar a crise” no país, que se encontra agora em um frágil cessar-fogo com Israel após uma ofensiva no sul do país pelo governo de Netanyahu que deixou quase 3.000 mortos e quase um milhão de pessoas deslocadas.
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