Publicado 23/04/2026 06:33

Órgão rejeita os acordos da Extremadura e de Aragão e adverte que o Governo velará pelo cumprimento da lei

O ministro da Economia, Carlos Cuerpo, durante uma sessão plenária no Congresso, em 22 de abril de 2026, em Madri (Espanha). A sessão plenária do Congresso debate a governabilidade da Espanha, com perguntas feitas pelos diferentes grupos parlamentares a
Jesús Hellín - Europa Press

MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -

O primeiro vice-presidente do Governo e ministro da Economia, Carlos Cuerpo, alertou nesta quinta-feira que o Executivo velará para que a “prioridade nacional” acordada entre o PP e o Vox nos acordos de investidura da Extremadura e de Aragão “respeite a Lei e a Constituição”.

Foi o que afirmou Cuerpo em entrevista à 'RNE', divulgada pela Europa Press, na qual lamentou que a Extremadura esteja "dando um passo atrás", com o que se tenta "isolar, fragmentar e segregar" sua população.

Dito isso, acrescentou que entre as formações que assinaram os pactos nos quais está incluída a “prioridade nacional”, PP e Vox, já existem “interpretações distintas sobre o que isso significa” e sobre os aspectos legais do conceito, ao mesmo tempo em que insistiu que, por parte do Executivo, concretamente do Ministério da Justiça liderado por Félix Bolaños, haverá um empenho “no cumprimento estrito da lei”.

“Bem, isso me entristece”, afirmou o ministro a respeito do pacto que considera desperdiçar “uma enorme oportunidade para que a Extremadura se torne uma comunidade autônoma verde e industrializada” e pressupõe que voltarão a transformar a comunidade em uma “menos próspera”. “Estávamos tentando sair de uma Extremadura menos desenvolvida”, comentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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