Publicado 13/04/2026 06:22

A organização acompanha o julgamento de Ábalos com "indignação", espera que "tudo venha à tona" e que não haja impunidade

O primeiro vice-presidente do Governo e ministro da Economia, Comércio e Empresa, Carlos Cuerpo, recebe o vice-presidente executivo da Comissão Europeia para a Prosperidade e Estratégia Industrial, em 9 de abril de 2026, em Madri (Espanha). Durante a visi
Gabriel Luengas - Europa Press

MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -

O primeiro vice-presidente do Governo e ministro da Economia, Carlos Cuerpo, explicou que está acompanhando o julgamento do ex-ministro dos Transportes, José Luis Ábalos, com “indignação” pelas revelações que estão surgindo e acredita que o importante é que situações como a nomeação de Jessica Rodríguez ou Claudia Montes para cargos em empresas públicas “não fiquem impunes”.

Foi o que ele afirmou em entrevista à Onda Cero, divulgada pela Europa Press, na qual foi questionado sobre como está acompanhando o julgamento do ex-ministro, que teve início na semana passada no Supremo Tribunal. Cuerpo destacou que está acompanhando o caso como “qualquer cidadão, ou seja, com indignação”, à medida que as notícias vão surgindo.

Na sua opinião, o importante é que os controles iniciais funcionem para que “não haja impunidade nesse tipo de atuação”; que também funcionem os controles orçamentários, de auditoria e administrativos; a atuação policial e a judicial.

Sobre esta última, ele precisou que espera que seja rápida e que se aja com “contundência em todas as questões que forem comprovadas”. “É isso que eu espero e o que entendo que os cidadãos esperam”, reforçou.

Ao ser questionado se pode garantir que uma pessoa contratada por uma empresa pública não esteja recebendo salário sem comparecer ao trabalho, como ocorria com Jessica Rodríguez ou Claudia Montes, o ministro precisou que o importante é que essas ações “não fiquem impunes”.

LEVANTAR TODAS AS TAPETES E ENFRENTAR AS CONSEQUÊNCIAS

“Se houver, o que espero que não seja o caso, é claro que todas as tapetes serão levantadas e esse tipo de atitude ou comportamento será descoberto, e os responsáveis terão que enfrentar as consequências que isso acarreta”, exclamou Carlos Cuerpo.

Ele espera, além disso, que faça parte das conclusões do processo judicial que as beneficiadas por essas contratações por indicação tenham que devolver o dinheiro, caso tenham recebido sem trabalhar.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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