Amos Ben Gershom/Prime Minister / DPA - Arquivo
MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e seu homólogo israelense, Benjamin Netanyahu, em visita oficial ao país, mantiveram uma conversa telefônica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a decisão anunciada na quinta-feira por Budapeste de se retirar do Tribunal Penal Internacional (TPI), um tribunal que em maio emitiu um mandado de prisão para o líder israelense.
Isso foi confirmado pelo gabinete do primeiro-ministro israelense em uma breve declaração, na qual ele disse que os três líderes - que têm a mesma opinião - também discutiram "os próximos passos a serem tomados a esse respeito".
Orbán aproveitou a visita de Netanyahu, que teoricamente deveria ter sido preso pelas forças húngaras, para anunciar sua decisão de se retirar do TPI, que ele considera ter se tornado "um tribunal político" por suas decisões em relação a Israel e à guerra em curso no Oriente Médio.
Netanyahu tem um mandado de prisão por supostos crimes de guerra e crimes contra a humanidade ligados à ofensiva militar na Faixa de Gaza, mas Orbán já havia deixado claro, antes do início de sua polêmica viagem a Budapeste, que não cumpriria o mandato do TPI.
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