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MADRID 29 jun. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, criticou os eventos "repulsivos" que ocorreram no sábado em Budapeste durante a marcha do Orgulho e os denunciou como um ato sob as "ordens" de Bruxelas, apoiado pela oposição "fantoche".
O que foi observado no sábado foi "repulsivo e vergonhoso" e ele citou como exemplos os "shows de drags no palco, homens de salto alto, panfletos sobre terapia hormonal,...". Não se trata de orgulho, mas de "vergonha", enfatizou ele nas mídias sociais.
"Estamos lutando pela verdade, lutando contra as mentiras!", afirmou.
Orbán afirmou que o que foi visto no sábado é uma amostra do que aconteceria na Hungria se não houvesse um "governo nacional para proteger nossa soberania", com consequências em áreas como imigração, serviços públicos ou Ucrânia e guerra. "Desde ontem, sabemos com ainda mais certeza que não devemos permitir que eles tomem as rédeas e não vamos permitir", disse ele.
"Nenhuma manifestação pode competir com os 3,7 milhões de eleitores no referendo de gênero de 2022", argumentou, referindo-se às últimas eleições legislativas em que o partido Fidesz de Orbán obteve 49% dos votos.
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