Europa Press/Contacto/Eyal Warshavsky
MADRID 12 jul. (EUROPA PRESS) -
Neste sábado, as ruas de Tel Aviv e de outras cidades israelenses viram um novo dia de protesto contra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e para exigir um acordo para a libertação dos reféns que foram mantidos como reféns na Faixa de Gaza desde 7 de outubro de 2023.
O Fórum de Famílias de Reféns e Pessoas Desaparecidas emitiu uma declaração para expressar sua preocupação com os relatos da imprensa de que as negociações não estão progredindo. "Perder a oportunidade atual seria um fracasso grave. Cada dia que a guerra continua é uma conquista para o Hamas e um grave risco para nossos reféns e soldados", alertou.
O Fórum também cita a pesquisa do Channel 12, segundo a qual 74% dos israelenses, incluindo 60% dos eleitores da coalizão de Netanyahu, concordam com um acordo com o Hamas para libertar todos os reféns em troca do fim da guerra.
"Todas as pesquisas e dados dizem que a maioria absoluta da nação de Israel quer o fim da guerra em Gaza e o retorno dos reféns e concorda que isso é do interesse de Israel, incluindo uma maioria decisiva dos eleitores da coalizão", disse ele.
Já durante o evento, Yehuda Cohen, pai do militar sequestrado Nimrod Cohen, acusou o primeiro-ministro Netanyahu de "ganhar tempo" para evitar seu julgamento por corrupção às custas de seu filho. "Os últimos 21 meses de luta foram para ganhar tempo para o acusado, Netanyahu", disse ele a cerca de 1.500 manifestantes da oposição reunidos na Begin Street, em frente ao quartel-general das forças armadas israelenses.
"Mais um sábado à noite. Outro discurso, mais lixo e mais desespero. Mas eu não vou desistir, Netanyahu. Meu filho Nimrod será libertado, apesar de sua procrastinação. No final, (o presidente dos EUA, Donald) Trump o forçará a acabar com essa guerra sangrenta e Nimrod será libertado junto com os outros reféns em um acordo. Não vamos nos render", disse ele.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático