Europa Press/Contacto/Diana Marquez
MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) - A operação militar deste domingo contra o chefe do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, deixou até o momento pelo menos 26 mortos, entre agentes das forças de segurança, civis e membros dessa organização criminosa, a maior de todo o México.
Até 17 agentes das forças de segurança morreram em diferentes incidentes que surgiram em retaliação do cartel pela morte de “El Mencho” durante sua captura no município de Tapalpa, no estado de Jalisco.
Além disso, foi confirmada a morte de uma mulher que ficou presa em um tiroteio em Zapopan e a de um segurança no motim que ocorreu na prisão de Ixtapa, em Puerto Vallarta, onde homens armados promoveram a fuga de um número ainda não confirmado de presos, como parte dos distúrbios que ocorreram em várias áreas do país pela morte do chefe do cartel.
Por sua vez, oito membros do cartel — entre eles “El Mencho” — morreram durante os confrontos que ocorreram em todo o estado de Jalisco, segundo detalhes do jornal “La Jornada”.
Por outro lado, as autoridades informaram da detenção de 27 pessoas por cometerem atos violentos, que vão desde a participação em bloqueios e ataques, bem como saques a bancos e lojas.
O Ministério da Segurança informou que 90% dos bloqueios de estradas foram desativados, embora ainda permaneçam ativos cerca de vinte. “El Mencho” morreu neste domingo quando era transferido para a Cidade do México, em consequência dos ferimentos sofridos durante a operação para capturá-lo. Em resposta, sua organização criminosa iniciou uma onda de distúrbios em todo o país.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático