Publicado 09/05/2026 11:16

O Open Arms prevê zarpar nesta terça-feira rumo a Cuba para oferecer apoio a um hospital pediátrico

Archivo - Arquivo - O fundador da Open Arms, Oscar Camps, presta declarações à imprensa durante a apresentação da iniciativa “Rumo a Cuba”, em frente ao Congresso dos Deputados, em 19 de março de 2026, em Madri (Espanha). Sob o lema “Rumo a Cuba”, uma nu
Carlos Luján - Europa Press - Arquivo

BARCELONA 9 maio (EUROPA PRESS) -

O diretor e fundador da Open Arms, Òscar Camps, anunciou neste sábado que a Open Arms prevê zarpar “provavelmente na terça-feira” rumo a Cuba, em uma missão que tem como objetivo levar equipamentos fotovoltaicos para abastecer a Unidade de Cuidados do Hospital Pediátrico Juan Manuel Márquez, em Havana.

Em declarações à imprensa neste sábado, durante a apresentação da missão no Moll de la Fusta, em Barcelona, ao lado do ator Willy Toledo, Camps explicou que partirão na terça-feira, se as condições meteorológicas permitirem, com paradas previstas em Valência, Málaga e Cádiz, com o objetivo de chegar às Ilhas Canárias no final deste mês, onde avaliarão as condições meteorológicas do Oceano Atlântico.

"Não é o melhor momento para cruzar o Atlântico, mas a situação nos exige isso e vamos fazê-lo assim que for possível, assim que pudermos dar o salto", afirmou, e detalhou que a tripulação será composta por cerca de 9 ou 10 pessoas.

Camps criticou o “bloqueio que o povo cubano já vem sofrendo há seis décadas” e que, segundo ele, provoca situações como a do Hospital Juan Manuel Márquez, afetado por cortes de energia, uma situação que, segundo ele, motivou esta missão.

“Pelo menos, se um recém-nascido puder ser salvo, para nós todo esse esforço já terá valido a pena. Cada vida importa, vimos isso no Mediterrâneo”, acrescentou, e fez um apelo à sociedade civil para se unir a esta causa que, segundo ele, não é política, mas sim em prol dos direitos humanos.

TOLEDO

Por sua vez, Toledo classificou a situação em Cuba como um “bloqueio criminoso” por parte dos Estados Unidos e destacou que esta missão faz parte de uma campanha internacional em solidariedade a Cuba.

Além disso, ele afirmou que mais de 96.000 pessoas estão na lista de espera para cirurgias não vitais devido à falta de recursos e que hospitais e farmácias “dispõem de apenas um terço dos medicamentos da lista básica”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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