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MADRID 11 set. (EUROPA PRESS) -
As Nações Unidas pediram nesta quarta-feira "a cessação de todas as atividades militares entre Israel e os houthis", diante dos repetidos ataques em ambas as direções e após o ataque israelense em várias partes do país, incluindo a capital, Sana'a, que matou 35 pessoas e feriu 131.
"Queremos a cessação de todas as atividades militares entre Israel e os houthis e que se evite qualquer ação que possa aumentar a tensão em uma área onde ela já aumentou consideravelmente", disse o porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric.
Ele insistiu que "o direito internacional deve ser respeitado" e, em particular, o "direito humanitário" "por todas as partes".
Ele reiterou a exigência de "libertação imediata e incondicional" de todos os funcionários da ONU, "bem como da equipe de ONGs nacionais e internacionais, da sociedade civil e de missões diplomáticas". "Essas detenções arbitrárias devem parar", acrescentou.
Os comentários de Dujarric foram feitos no momento em que o Ministério das Relações Exteriores Houthi disse que Israel "pagará um preço alto por sua agressão contínua contra o Iêmen", e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que continuaria a bombardear os Houthis caso eles continuassem seus ataques.
No início desta manhã, o exército israelense afirmou ter interceptado "um míssil lançado do Iêmen", que até agora não foi reivindicado pelos houthis.
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