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MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) -
As Nações Unidas exigiram nesta terça-feira que os Estados Unidos abram uma “investigação independente” sobre a morte de uma mulher na cidade de Minneapolis às mãos de um agente do Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE), um incidente que resultou em acusações por parte das autoridades locais contra o órgão e contra a Casa Branca, que defendeu a atuação desses agentes.
O porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Jeremy Laurence, enfatizou que o órgão “toma nota” da investigação aberta pelo FBI e insistiu na “necessidade de uma investigação rápida, independente e transparente sobre o caso”.
“De acordo com o Direito Internacional sobre Direitos Humanos, o uso intencional de força letal só é permitido como medida de último recurso contra um indivíduo que represente uma ameaça iminente à vida”, lembrou, antes de pedir a “todas as autoridades” que “adotem medidas para reduzir as tensões e evitar o incitamento à violência”.
A mulher, identificada como Renee Good, de 37 anos, foi baleada por um agente do ICE enquanto estava ao volante do seu veículo. A Casa Branca afirmou que a mulher tentou atropelar os agentes, embora esta versão tenha sido rejeitada pelo presidente da câmara de Minneapolis, Jacob Frey, à luz do vídeo gravado por várias testemunhas, no qual se vê que a vítima não atropela ninguém enquanto tenta afastar-se da zona.
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