Europa Press/Contacto/Aleksandr Gusev
MADRID 12 jun. (EUROPA PRESS) -
A Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos das Nações Unidas na Ucrânia (HRMMU) denunciou nesta quarta-feira o ano "devastador" que está sendo 2025 no país europeu, onde o número de civis mortos e feridos aumentou em quase 50% durante os primeiros cinco meses, em comparação com o mesmo período do ano passado.
"A intensificação dos ataques com mísseis de longo alcance e munições teleguiadas e os frequentes ataques de drones de curto alcance (...) são uma combinação mortal para os civis", disse sua diretora, Danielle Bell, em um comunicado.
A missão destacou os números de vítimas dos últimos dois meses, os mais altos até agora neste ano, com 1.389 vítimas (221 mortes) em abril e 1.019 em maio (183 mortes), resultando no que descreveu como uma "tendência alarmante de vítimas civis".
"Nesse ritmo e nessa escala, mais mortes de civis não são apenas possíveis, são inevitáveis", alertou Bell.
Os acontecimentos de junho parecem dar continuidade a essa trajetória, segundo a declaração, já que os ataques de longo alcance se intensificaram, levando a missão a sugerir que "junho pode igualar ou exceder abril e maio em termos de total de vítimas".
Durante os primeiros cinco meses, "a grande maioria dos ataques (97%) que resultaram em vítimas civis ocorreu em áreas controladas pelo governo ucraniano", abrangendo 17 de suas 24 regiões, além da capital, Kiev, e incluindo "áreas distantes da linha de frente".
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