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MADRID 28 abr. (EUROPA PRESS) -
O representante especial do secretário-geral e chefe da Missão de Verificação das Nações Unidas na Colômbia, Miroslav Jenca, condenou nesta segunda-feira a onda de ataques violentos que abalou o sudoeste do país sul-americano nos últimos dias, causando cerca de vinte mortes, ao mesmo tempo em que instou os grupos armados a reduzirem a violência e a agirem “respeitando a população civil”.
Ele fez isso por meio de um comunicado sobre os últimos ataques atribuídos ao Estado-Maior Central (EMC) das extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), no qual condenou “veementemente” as agressões, expressou seu “pesar pela perda de vidas humanas” e fez um apelo “urgente” aos grupos armados para que reduzam a violência e respeitem a população civil do país.
Nessa mesma linha, o Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos na Colômbia instou os grupos armados a “respeitar o Direito Internacional Humanitário”, ao mesmo tempo em que solicitou que os responsáveis “sejam levados à Justiça” e que as autoridades cumpram sua “obrigação de proteger” a cidadania.
De acordo com o último balanço das autoridades, 21 pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas no ataque ocorrido no sábado na Via Pan-americana, na altura de Cajibío, no departamento de Cauca, situado entre a cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico, culminando cerca de trinta ataques que se prolongaram por 36 horas em diversos pontos da região, mas também nas zonas de Valle del Cauca e Nariño.
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