Europa Press/Contacto/Valeria Ferraro
MADRID 24 set. (EUROPA PRESS) -
O Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou nesta quarta-feira a pressão sobre a Flotilha Global Sumud e disse que "ataques e ameaças" contra pessoas que pretendem levar ajuda à Faixa de Gaza "desafiam a lógica".
"Deve haver uma investigação independente, imparcial e completa sobre os ataques e o assédio com drones e outros objetos contra a Flotilha Global Sumud", disse o porta-voz da ONU, Thameen al-Kheetan, que pediu a interrupção imediata de tais ações e a responsabilização dos responsáveis.
A flotilha culpou Israel pelos últimos incidentes, que ocorreram depois que o governo de Benjamin Netanyahu fez ameaças públicas contra os navios, que prometeu não deixar entrar em Gaza, alegando que se trata de uma "zona de combate".
Al Kheetan não apontou o dedo para Israel, mas disse que, como "potência ocupante", deve garantir que a população palestina receba alimentos e suprimentos médicos e facilitar um mecanismo "imparcial" de entrega de ajuda.
Nesse sentido, o Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Turk, pediu o fim "urgente" do "bloqueio" à Faixa de Gaza e que a ajuda chegue ao território "por todos os meios possíveis".
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