Europa Press/Contacto/Alexander Reka
MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
As Nações Unidas condenaram nesta sexta-feira o ataque ocorrido na noite passada contra um centro universitário localizado na cidade de Starobilsk, na província ocupada de Lugansk, que já deixou seis mortos, embora tenham evitado mencionar a origem do ataque, após as acusações da Rússia de que a Ucrânia seria a responsável.
“Acompanhamos com preocupação as notícias sobre o ataque perpetrado durante a noite contra um prédio universitário e uma residência estudantil na cidade de Starobilsk”, declarou a ONU por meio de um de seus porta-vozes, que mencionou “múltiplas vítimas fatais e feridos, entre eles crianças”.
Nesse sentido, reiterou mais uma vez que a organização condena veementemente qualquer ataque contra a população civil e suas infraestruturas, “independentemente do local onde ocorram”, tal como tem vindo a sublinhar repetidamente o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
“Esses ataques são proibidos pelo Direito Internacional Humanitário e devem cessar imediatamente. Exortamos todas as partes envolvidas a absterem-se de qualquer ação que possa agravar ainda mais a situação já perigosa", afirmou.
O governo russo denunciou que quatro drones ucranianos atacaram, durante a noite passada, a cidade de Starobilsk, destruindo praticamente por completo este centro educacional, bem como outras instalações civis, no que o presidente Vladimir Putin classificou como "ataque terrorista".
Pelo menos seis pessoas morreram e outras quarenta ficaram feridas, números que podem aumentar, já que cerca de quinze pessoas continuam sob os escombros. No momento do incidente, havia 86 adolescentes nas instalações.
Por sua vez, o Exército ucraniano negou esses fatos e reiterou que seus alvos são instalações militares. Assim, informou que, em Starobilsk, atacou um dos quartéis-generais da unidade “Rubicon”.
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